O Método:
Dentre as oito Escolas que desenvolveram a técnica do Feng Shui com diferentes abordagens, a melhor aceita foi a Escola Tibetana ou Escola do Chapéu Negro, que devido a sua simplicidade, se difundiu pelo Ocidente e fez milhares de seguidores por todo o mundo.

A Escola Tibetana – Escola do Chapéu Negro
Desde 1960 ela tem sido amplamente difundida no Ocidente por um monge chamado Lin Yun, fundador da “Seita Budista do Chapéu Negro”.
Os princípios do Feng Shui derivam do livro chinês “I Ching”, o livro das Mutações, de autoria do mestre Fu Hsi e seus ensinamentos estão contidos no livro “Tao Te Ching”, base do Taoismo, escrito entre os séculos de VI a V a.C. pelo filósofo chinês Lao Tsé. Os ensinamentos afirmam existir uma energia universal que cria e transforma todas as coisas e com a qual se deve estar em harmonia.
Segundo a ” Escola do Chapéu Negro “, existem pontos em nosso lar, Chamados “Guá”, cada um dos quais representam um aspecto da vida. São representados por uma figura geométrica em forma de octógono, dividida em oito áreas, cada uma dessas chamadas de GUÁ. São eles:
Prosperidade, Sucesso, Relacionamentos, Criatividade, Amigos, Trabalho, Espiritualidade e Família.
Cada um destes Guá está relacionado a cinco elementos da Natureza, responsáveis por manter o equilíbrio das energias ou “Ch’i”. São eles: Madeira, Fogo, Terra, Metal e Água.
A falta do elemento correspondente ao Guá de um ambiente pode provocar desequilíbrio de “Ch’i”, gerando energia negativa. Do mesmo modo, pode ser equilibrado um ambiente com a aplicação do elemento correspondente àquele Guá, Na área central da casa é que se encontra o Guá que recebe o fluxo e refluxo destas energias.
